domingo, 17 de julho de 2011

A criação de frangos e o Cultivo do Abacaxi em Pombos



Na manhã do ultimo sábado (16) a equipe escolavirtual1/ven1 acompanhou a turma do ensino da geografia da FAINTVISA a o município de pombos (terra do abacaxi). A viagem foi ministrada pelo professor (doutorando) Jobson Alves na disciplina, que fala sobre a questão agrária brasileira na granja Santa María.

O trabalho nessa granja se dá de forma cooperativada,onde a empresa fornesse subsídios ( ração e os pintos) ficando como responsabilidade do dono da propriedade a mão de obra e o espaço.A questão dos abatedouros também ficam por conta da empresa.O nosso guia destaca que o sistema de pagamento é assalariado.

Na visita conhecemos a avicultura na produção de frangos e a cultura do Abacaxi.

Produção de frangos:


aviário com 10 mil pintos em média

Na oportunidade o aviário dispunha em média de 10 mil pintos, com uma mortalidade baixa de 4 pintos onde o aceitável é cerca de 10 mortes por dia. 

A produção conta com a colaboração da genética, ração e produtos químicos,onde as aves de 40 a 45 dias estão prontas para o abate,onde normalmente só chegariam a este estágio em e um ano. segundo seu Zé (que foi quem nos acompanhou na granja) a interferência dos produtos químicos que são utilizados nas galinhas para uma maior produção e minimização do tempo “provoca um distúrbio hormonal, onde emcontramos meninas de 11 anos com o corpo muito desenvolvido, como se tivessem por volta dos seus 17 anos.”

Cultura do Abacaxi



Infelizmente o que vimos nessa oportunidade não foi bom.A plantação está sendo atacada por um fungo até então desconhecido, já foram mandadas amostras aos agrônomos do globo rural (programa da rede globo), mais nada foi resolvido, acreditasse que o fungo venha das borboletas.

Abacaxi com o fungo

 A perca chega a impressionantes 90% de uma produção de 40.000 pés. Essa doença é semelhante a que teve a tempos a traz nos pés de manga e atacam mais em épocas frias.

Um aluno o licenciado em geografia (José Feliciano) encantado com a beleza dos pés de abacaxi questiona se alguém já teria o procurado para comprar as mudas para ornamentação, e foi respondido que infelizmente não.Infelizmente porque essa compra poderia minimizar e muito o prejuízo, uma vez que não seria gasto com os pesticidas e ainda geraria lucro.

O professor jobson destaca que nas pequenas produções existem uma colocação de defencivos químicos para proteger as plantas das posiveis pragas, porém os trabalhadores não fazem uso de roupas especiais e nem tem um devido acompanhamento técnico que abordem por exemplo a questão da quantidade adequada para a diluição e uso adequado do produto. 

Como não poderia deixar de ser feito nos despedimos saboreamos um delicioso abacaxi e desejamos uma boa sorte a todos os que tão bem nos acolheram.

fotos: Adeli e Carlison Rocha
texto e edsão: Diego F. Ramalho

sábado, 16 de julho de 2011

comparação entre a Internet do Brasil com a do Japão

Após passar um bom tempo pesquisando sobre aquele CD raríssimo da sua banda preferida, finalmente após encontrá-lo você clica no link e percebe o tempo necessário para o download terminar... é de perder a vontade, né? Se você estivesse no Japão, antes mesmo de você ver o tempo restante para o download terminar, o álbum já teria sido baixado por completo em sua máquina.

Pois é... e se você acha os CDs são um exemplo pequeno, saiba que lá as coisas funcionam assim também com vídeos em alta definição. Mas ao contrário de nós, que temos que fazer download desses filmes, eles o assistem por streamming, ou seja, sem nem sequer precisar baixá-lo para o computador. Por isso decidimos comparar a Internet do Japão com a do Brasil e descobrimos que as diferenças vão muito além da velocidade. Acompanhe!

Sua internet possui 1Gbps?

Não sabe ainda o que é um Gbps? Fique tranquilo pois ninguém aqui no Brasil conhece também (ao menos na prática). Os “bps” (de 'bits por segundo') indicam a velocidade com que a sua conexão é capaz de trafegar dados. Um usuário de conexão discada pelo telefone, por exemplo, possui uma conexão de 56Kbps - isso quer dizer que ele será capaz de trafegar 56 kilobits por segundo.
Referência
Equivalente
1 Terabit (Tbps)
1024 Gbps
1 Gibabit (Gbps)
1024 Mbps
1 Megabit (Mbps)Velocidade média
ofertada no Brasil
1024 Kbps
1 Kilobit (Kbps)
1024 bps
Que tal agora conhecer a sua própria velocidade de conexão?
• Clique em “iniciar teste”

Acima de “sua velocidade atual” aparecerá o número em Kbps da sua conexão com a internet.
No Brasil, a velocidade das conexões varia muito, já que o público é igualmente diverso. Ainda existem usuários que utilizam a conexão de 56 kpbs discada, mas também há alguns usuários mais avançados com conexões de até 10 Mbps - tida aqui, até então, como de altíssima velocidade.
Já na terra do sol nascente...


Pasmem, mas as conexões dos nossos amigos do outro lado do mundo podem atingir até 1 Gpbs. Os jogos que você baixa na internet e demoram cerca de duas horas para terminar, lá demoram apenas meio minuto!
As conexões japonesas atingem estes números graças a sua rede de internet via fibra ótica, que garante uma melhor velocidade na conexão - tanto para download quanto para o upload -, be, como mais estabilidade no sinal.

Quanto você paga pela sua internet?

O preço médio por conexão de internet aqui no Brasil varia entre R$ 40 e R$100,00 por mês. Se as conexões japonesas são até mil vezes mais rápidas que as brasileiras, então devem custar em média R$70.000 mensais, não? Errado! Uma conexão de fibra ótica no Japão custa, em média, R$100 por mês (sim, o valor já está em reais).

Se seguirmos a lógica dos três zeros de diferença, verificamos que, comparando com os R$ 100 pagos pelos japoneses, deveríamos pagar apenas 10 centavos por mês pela nossa conexão com a internet. Só que aqui não é Japão...

Sobre as perguntas, as horas com certeza levarão minutos, os minutos levarão segundos, e os segundos não levarão nem isso. 

Para os saudosistas de plantão, reflitam um pouco sobre como era a conexão de internet no Brasil há 10 ou 15 anos, e os grandes avanços que ela sofreu até hoje, tanto em qualidade quanto em velocidade.
Com base nisso, até podemos demorar, mas sabemos que algum dia uma velocidade dessas será possível em nossas casas, e que com certeza algum dia teremos velocidades próximas. Só talvez nunca maior que a do Japão