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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Conheça a moeda menos valiosa do mundo

O tiyin é a moeda de menor valor em todo o mundo

O caso mais extremo é o do Uzbequistão e seu tiyin, o centavo da moeda uzbeque, o som.

O centavo uzbeque é atualmente a moeda de menor valor em todo o mundo. Um tiyin equivale a 0,001 centavo de real, ou seja, 1 centavo de real vale 1.000 tiyin.

No Uzbequistão é quase impossível encontrar um centavo de tiyin nas ruas.
A inflação fez com que até as moedas de maior valor do Uzbequistão também fossem relegadas à história, mas, ainda assim, elas permanecem sendo adotadas no país.
No país, é mais comum você receber uma caixa de fósforo ou balas como troco do que uma moeda.
Um centavo britânico, o "penny", equivale a 3.038 tiyin e 1 centavo de dólar equivale a 1.999 centavos.

Trocadinho

Mas bancos centrais de muitos países em que os centavos desapareceram das ruas continuam apegados às suas ''moedinhas''.
Na Tanzânia, moedas de cinco centavos, equivalentes a 320 centavos de dólar, estão definhando nos cofres do Banco Central do país ou estão perdidas pelas casas das pessoas.
''Na Tanzânia, é difícil encontrar moedas de cinco centavos em circulação porque elas literalmente não são capazes de comprar nada. O mínimo que você encontra são moedas de 20 centavos, com as quais só é possível comprar um alface no mercado atualmente'', afirma Emanuel Boaz, do Banco Central da Tanzânia.
Mas até mesmo em países com economias sólidas e moedas estáveis, como os Estados Unidos, os centavos estão passando por contratempos.
A Casa da Moeda canadense parou neste mês de cunhar o centavo de sua moeda, o dólar canadense, já que ele custa mais para ser produzido do que o seu valor nominal.
''O sentido da moeda corrente é facilitar transações em dinheiro. Antigamente, o centavo cumpria essa função porque valia alguma coisa, mas não é mais o caso'', afirma Jeff Gore, presidente da entidade Cidadãos em Defesa do Fim do Centavo Americano.

Sem troco

Existe um histórico de nações que já abriram mão de seus centavos. Os Estados Unidos aboliram o meio centavo em 1857 e a Grã-Bretanha abdicou de seu meio centavo em 1984. A Nova Zelândia e a Austrália abandonaram o centavo e suas moedas de dois centavos na década de 90.
Agora, ativistas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha estão buscando a abolição do centavo, sob o argumento de que não há mais nada que possa ser comprado com uma moeda de um centavo nos dois países.
''Há muitas pessoas que estão acostumadas a usar suas moedas porque isso já faz parte de seu patrimônio'', disse Phillip Mussell, diretor da revista Coin News Magazine.
E ainda temores de que abolir as moedas de menos valor e que muitas entidades de caridade perderiam suas fontes de financiamento.

sábado, 8 de setembro de 2012

sábado, 28 de julho de 2012

Tudo tende a dar errado? Veja o que diz a ciência sobre a Lei de Murphy



A torrada escorrega da sua mão com a manteiga para baixo, o tempo vira só porque você saiu sem guarda-chuva e o seu carro parece ser o fator determinante para a fila andar mais devagar. Existem dias em que, independentemente do que seja feito, as circunstâncias parecem estar dispostas a torná-lo vítima da Lei de Murphy. Será mesmo que, se algo tem chances de dar errado, dará, e de modo a causar o maior estrago possível?


Desde a primeira menção pública do termo, atribuída ao médico militar John Stapp, a Lei de Murphy cruzou os limites das áreas técnicas ligadas à engenharia e passou a integrar o imaginário popular, que se encarregou de criar uma série de novos cenários onde o princípio poderia ser aplicado. Hoje existem aforismos para inúmeras situações, que vão desde exames escolares ("80% do conteúdo da prova será baseado na única aula que você perdeu") aos relacionamentos ("a probabilidade de encontrar uma pessoa bonita é maior quando você está acompanhado").


Cartola - Agência de Conteúdo

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Por que as pilhas deixam de funcionar?

Não jogue pilhas usadas no lixo.
 
 
Pilhas são dispositivos nos quais uma reação espontânea de oxirredução produz corrente elétrica, mas o que faz estes dispositivos pararem de funcionar?

As pilhas só existem pela diferença de potencial (ddp) mantida por um gerador que é movido pelo fluxo de elétrons de um circuito fechado. Com o passar do tempo as pilhas se esgotam, ou seja, deixam de funcionar. Isto ocorre porque após algum tempo a ddp apresenta um valor insuficiente para sustentar uma corrente elétrica e a pilha é considerada esgotada.

É aí que surge a recarga, mas é preciso tomar alguns cuidados para fazer uso desta propriedade: para que uma pilha possa ser recarregada, suas semi-reações devem ser reversíveis, ou seja, precisam ocorrer em sentido oposto às que ocorrem na pilha em uso. Pilhas não recarregáveis podem explodir ao tentar recarregá-las.

Outro cuidado: não deixe as pilhas sem uso dentro dos aparelhos eletrônicos durante um longo tempo, para não ocorrer os chamados vazamentos. As lentas reações de oxirredução podem atacar o invólucro de zinco do interior da pilha, causando sua ruptura e em conseqüência o vazamento da corrosiva pasta ácida, danificando os aparelhos eletrônicos.

Agora uma pergunta: por que as pilhas alcalinas duram mais? Elas duram cerca de cinco vezes mais que as pilhas ácidas. As pilhas alcalinas funcionam com uma pasta básica de NaOH, já as pilhas ácidas com uma solução ácida de NH4Cl. O Hidróxido de sódio (NaOH) possui uma maior condutividade elétrica.

É importante ressaltar que não se deve descartar pilhas usadas em lixo comum, havendo lugares específicos para o descarte apropriado deste material. Procure os postos de recolhimento de pilhas de sua cidade, um exemplo são as agências do Banco Real, elas recolhem este tipo de lixo para uma posterior reciclagem.

Por líria alves de souza