quarta-feira, 20 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Desmatamento na Amazônia aumentou 91%
O desmatamento acumulado na Amazônia Legal no período de agosto do ano passado a fevereiro chegou a 1.351 quilômetros quadrados, um aumento de 91% em relação ao período anterior, segundo monitoramento realizado pelo Imazon.
Com 72% da área encoberta por nuvens, foram detectados somente 45 quilômetros quadrados de desmatamento - 78% no Mato Grosso. No período, o desmatamento detectado pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon comprometeu 990 mil toneladas de CO2 equivalente.
Desde agosto, as emissões de CO2 equivalentes comprometidas chegaram a 74,5 milhões de toneladas, 73% a mais em relação ao período anterior.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Gelo que pega fogo é descoberto no Japão e pode ser nova fonte de energia
"Gelo que arde" é o apelido da substância hidrato de metano. Depois de anos de pesquisa, um navio japonês retirou o gás de uma profundidade de um quilômetro. Foi a primeira vez no planeta.
Os japoneses descobriram uma nova fonte de energia que parece mágica: uma pedra de gelo que pega fogo. E promete se tornar uma revolução energética.
Gelo que arde é o apelido da substância hidrato de metano. É só ascender um fósforo perto dele e ele pega fogo.Isto acontece porque o gelo está cheio de gás metano. A origem do gás é a decomposição de plantas e animais marinhos mortos. No fundo do mar, onde é muito frio e a pressão atmosférica é muito alta, esse gás fica preso nas pedras de gelo.
Depois de anos de pesquisa, um navio japonês retirou o gás de uma profundidade de um quilômetro. Foi a primeira vez no planeta. O Japão espera começar a produção em seis anos. Existem reservas como esta em todos os oceanos, inclusive no litoral brasileiro. Segundo um departamento de pesquisas dos Estados Unidos, elas são maiores que as de todos os outros combustíveis fósseis.
Agora, as más notícias: é difícil extrair o metano desta profundidade, nem sempre é possível viável e o gás é altamente poluente. Ou seja, é bom, mas é preciso ter cuidado.
bom dia brasil
quinta-feira, 7 de março de 2013
Floresta Equatorial do Congo
A floresta abrangendo grande parte da África Central, desde o Golfo da Guiné até porções mais continentais nas montanhas Albertine Rift, é a segunda maior floresta tropical do mundo, ficando atrás apenas da Floresta Amazônica, na América do Sul. Estende-se por seis países, sendo eles Camarões, República Centro Africana, República do Congo, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial e Gabão, totalizando aproximadamente 1.800.000 quilômetros quadrados.
O tipo climático da região é propício a uma grande biodiversidade – como na Floresta Amazônica –, com cerca de 10 mil espécies de plantas, mil espécies de aves e 400 espécies de mamíferos. Outra importante peculiaridade das duas florestas é o fato de estarem associadas a um rio de grandes dimensões. No caso da Floresta Africana, há o Rio Congo, o segundo maior do mundo tanto em volume de água quanto em área drenada, ficando atrás do Amazonas nesses dois quesitos. Os principais representantes da flora dessa formação florestal são o cedro vermelho, o mogno, o carvalho, a paineira e palmeiras diversas, além de belas orquídeas e lírios.
quarta-feira, 6 de março de 2013
A pergunta que não cala
Com a morte do presidente venezuelano Hugo chávez , uma pergunta quer calar, como será o futuro político e econômico da Venezuela ?
terça-feira, 5 de março de 2013
Táxis elétricos
RIO- O prefeito Eduardo Paes entregou na manhã desta terça-feira as chaves de dois primeiros táxis 100% elétricos que começam a rodar na cidade. Os veículos, fabricados pela Nissan, não emitem poluentes nem ruídos, contribuindo com a meta da prefeitura de redução dos gases do efeito estufa. Em uma parceria da Prefeitura do Rio com a Nissan e a Petrobras Distribuidora, outros 13 táxis deste tipo serão entregues até o fim do ano. Com autonomia para rodar até 160 quilômetros os veículos poderão inicialmente recarregar suas baterias de lítio em dois postos da rede BR, na Lagoa e na Barra da Tijuca. A Nissan é uma das patrocinadoras dos Jogos Rio 2016.
Segundo o secretário municipal de Transportes, Carlos Osório, os veículos elétricos representam o lugar onde a prefeitura quer chegar em termos de tecnologia.
— Como muita gente anda de táxi, vamos despertar a curiosidade das pessoas em relação à questão da energia elétrica. Além disso, vamos estar ajudando o meio ambiente com um transporte limpo. É um ganho duplo. Quanto mais energia limpa circulando pela cidade é melhor — disse Osório.
De acordo com o prefeito Eduardo Paes, o projeto dos táxis ainda está em uma fase experimental. Os pontos dos táxis ficam no Aeroporto Santos Dumont.
— O objetivo da prefeitura e do governo do estado é fornecer subsídios para que as pessoas possam cada vez mais adquirir este tipo de carro.
Morador de Belo Horizonte, o engenheiro Cláudio Flach, de 65 anos, foi o primeiro passageiro a embarcar no táxi dirigido pelo motorista Arthur Marfi, de 51, que é taxista há 15 anos no Santos Dumont.
— É uma novidade interessante. Será muito bom para cidade. Projetos assim contribuem para o meio ambiente. Estou muito feliz em ser o primeiro passageiro —disse Arthur, que depois de dar uma volta com o carro, deu a sua avaliação: — O carro é macio e silencioso. Está aprovado.
sábado, 2 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Conheça a moeda menos valiosa do mundo
O tiyin é a moeda de menor valor em todo o mundo
O caso mais extremo é o do Uzbequistão e seu tiyin, o centavo da moeda uzbeque, o som.
O centavo uzbeque é atualmente a moeda de menor valor em todo o mundo. Um tiyin equivale a 0,001 centavo de real, ou seja, 1 centavo de real vale 1.000 tiyin.
No Uzbequistão é quase impossível encontrar um centavo de tiyin nas ruas.
A inflação fez com que até as moedas de maior valor do Uzbequistão também fossem relegadas à história, mas, ainda assim, elas permanecem sendo adotadas no país.
No país, é mais comum você receber uma caixa de fósforo ou balas como troco do que uma moeda.
Um centavo britânico, o "penny", equivale a 3.038 tiyin e 1 centavo de dólar equivale a 1.999 centavos.
Trocadinho
Mas bancos centrais de muitos países em que os centavos desapareceram das ruas continuam apegados às suas ''moedinhas''.
Na Tanzânia, moedas de cinco centavos, equivalentes a 320 centavos de dólar, estão definhando nos cofres do Banco Central do país ou estão perdidas pelas casas das pessoas.
''Na Tanzânia, é difícil encontrar moedas de cinco centavos em circulação porque elas literalmente não são capazes de comprar nada. O mínimo que você encontra são moedas de 20 centavos, com as quais só é possível comprar um alface no mercado atualmente'', afirma Emanuel Boaz, do Banco Central da Tanzânia.
Mas até mesmo em países com economias sólidas e moedas estáveis, como os Estados Unidos, os centavos estão passando por contratempos.
A Casa da Moeda canadense parou neste mês de cunhar o centavo de sua moeda, o dólar canadense, já que ele custa mais para ser produzido do que o seu valor nominal.
''O sentido da moeda corrente é facilitar transações em dinheiro. Antigamente, o centavo cumpria essa função porque valia alguma coisa, mas não é mais o caso'', afirma Jeff Gore, presidente da entidade Cidadãos em Defesa do Fim do Centavo Americano.
Sem troco
Existe um histórico de nações que já abriram mão de seus centavos. Os Estados Unidos aboliram o meio centavo em 1857 e a Grã-Bretanha abdicou de seu meio centavo em 1984. A Nova Zelândia e a Austrália abandonaram o centavo e suas moedas de dois centavos na década de 90.
Agora, ativistas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha estão buscando a abolição do centavo, sob o argumento de que não há mais nada que possa ser comprado com uma moeda de um centavo nos dois países.
''Há muitas pessoas que estão acostumadas a usar suas moedas porque isso já faz parte de seu patrimônio'', disse Phillip Mussell, diretor da revista Coin News Magazine.
E ainda temores de que abolir as moedas de menos valor e que muitas entidades de caridade perderiam suas fontes de financiamento.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Beleza Africana - Nilo
Ao contrário do que
mundial mente divulgado o continente africano não é só seca, pobreza e
desertos. A série Beleza Africana apresenta hoje um dos maiores e importantes
rios do mundo, o rio Nilo.
O rio Nilo corresponde a um
importante rio africano que deságua no mar Mediterrâneo, sua bacia hidrográfica
abriga vários países do continente africano como Uganda, Tanzânia, Ruanda,
Quênia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Etiópia e Egito.
No decorrer da história, o
rio Nilo sempre desempenhou um papel fundamental para diversas nações,
especialmente para a civilização egípcia.
O Nilo é tão importante
para o Egito que grande parte da população, cerca de 90%, encontra-se
estabelecida em suas margens. A capital do Egito, Cairo,
está situada às margens do Nilo, essa cidade abriga aproximadamente 9,5 milhões
de pessoas.
A origem da civilização egípcia
teve início há aproximadamente 5 mil anos, para o desenvolvimento da
agricultura, em uma área de deserto, o Egito sempre foi dependente do ciclo do
rio, com cheias e vazantes. Nos períodos de cheias as águas do rio levavam
consigo uma grande quantidade de sedimentos que eram distribuídos ao longo de
suas margens, assim, quando chegava a época das vazantes, as águas abaixavam e
deixavam no solo uma enorme quantidade de nutrientes importantes para sua
fertilidade, como o húmus. A partir desse processo natural essa sociedade pôde
desenvolver o cultivo de cereais que compunham a alimentação.
Em virtude da grandeza dessa obra
arquitetônica, que possui 3.600 metros de comprimento e 115 m de altura, uma
enorme quantidade de água foi represada, formando o lago Nasser e inundando
grandes riquezas arqueológicas. Algumas dessas riquezas foram salvas por meio
de difíceis processos, esculturas e templos foram cortados em centenas de
pedaços e retirados do lugar para serem reconstituídos em outro local.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Primeiro satélite para monitorar asteroides é lançado
Foi lançado nesta segunda-feira (25) o primeiro satélite feito para monitorar asteroides e lixo espacial que possam, de alguma forma, ameaçar a Terra. O projeto foi desenvolvido pela Agência Espacial Canadense (CSA, na sigla em inglês) e lançado na Índia, com sucesso.
O Neossat é considerado um microssatélite – tem o tamanho de uma maleta – e ficará na órbita da Terra a 800 km de altitude. Nessa altura, ele já não sofre os efeitos da noite e do dia e pode funcionar 24 horas por dia.
O satélite vai dirigir suas atenções para objetos que os equipamentos em terra não conseguem detectar. No entanto, afirma que esse é um satélite experimental, e que versões futuras devem conseguir desempenhar a função com maior eficiência.
O lançamento foi feito na base indiana de Sriharikota, no sul do país. Com apenas um foguete, o programa espacial indiano pôs no espaço sete satélites, incluindo, além do próprio Neossat, o Saral – nanossatélite franco-indiano que é o primeiro a poder ser operado por um telefone celular.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Beleza Africana
Ao
contrário do que muitos imaginam o continente africano é repleto de lindas e
ricas paisagens não só no que tange aspectos ambientais mais também econômicos.
Esse
belo continente vai muito além de Desertos e Savanas.
Confira
a nossa mais nova série de matérias
Oportunidade de emprego 37 mil vagas
O trabalhador que procura uma nova colocação no mercado de trabalho já pode se candidatar às 37.017 vagas de emprego divulgadas nesta semana. As chances são distribuídas por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Distrito Federal.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
UFRPE condena captura ilegal de tubarões
Universidade diz que prática é resultado de atividades de grupos particulares
Nos últimos meses, alguns exemplares de espécies de tubarão em risco de extinção foram capturados no Estado. A prática ilegal gerou polêmica nas redes sociais e muitos usuários ligaram a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) às capturas. Em meio à polêmica, a Universidade divulgou nota, nesta quarta-feira (20), esclarecendo a situação. A instituição de ensino diz que não tem envolvimento nesses atos, que teriam sido praticados por grupos particulares.
"A UFRPE não pactua com as práticas de pesca divulgadas por tais grupos informais, as quais descaracterizam a atividade definida na Lei 11.959 de 2009, Art. 8º que permite apenas a pesca para fins comerciais, de subsistência, amador ou científico". A Universidade explica que o Cemit é o órgão responsável pelos incidentes com tubarões e realiza constantes atividades de monitoramento. Apesar disso, muitos grupos particulares realizam monitoramento com fins próprios.
A Universidade diz que "lamenta fortemente que o 'monitoramento paralelo realizado com incentivo aos pescadores locais', promovido por grupos particulares tenha resultado na captura de exemplares de espécies 'ameaçadas de extinção'.” A instituição afirma contribuir com a conservação da biodiversidade brasileira através de pesquisas que seguem a legislação ambiental. Além disso, lembra que faz parte do comitê do Cemit, onde exerce a presidência.
"A UFRPE não tem por filosofia o estímulo de práticas que não estejam estritamente definidas nos códigos de ética ou conduta e na legislação em vigor. Além disso, informamos que também estamos fundamentados na Lei de Crimes Ambientais nº. 9.605/1998 e nas Instruções Normativas 05/2004 e 52/2005 do Ministério do Meio Ambiente – MMA, que trata das espécies 'ameaçadas com extinção'.”
Do JC Online
ONU destaca segurança alimentar durante assembleia geral em Nova York
O papel que a Quinoa pode desempenhar
para a
erradicação da fome e da pobreza e o fomento da nutrição.
A preocupação com a segurança alimentar no mundo deve dar o tom da sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre hoje (20) em Nova York. O evento, realizado anualmente, será marcado pelo lançamento do Ano Internacional da Quinoa.
Ao reconhecer o valor nutricional do grão - que, segundo especialistas, reúne todos os aminoácidos essenciais para a alimentação adequada de uma pessoa, além de vitaminas, minerais, ácidos graxos e fibras -, as autoridades internacionais pretendem fazer um alerta sobre a importância desse tipo de alimento para o esforço mundial de combate à fome.
A proposta de representantes de países andinos e de de organismos da ONU ligados à questão produtiva e alimentar é mostrar que cereais como a quinoa, tradicionalmente consumidos por populações de várias classes econômicas nesses países, podem ser facilmente incorporados a uma alimentação balanceada em qualquer lugar do mundo. Considerando o custo significativamente reduzido do produto, a inclusão do grão nas refeições pode significar, a partir de medidas simples de governos, a solução de muitos problemas de nutrição que ainda afetam grande parte da população mundial.
No discurso previsto para o início da manhã, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, o presidente da Bolívia, Evo Morales, e a primeira-dama do Peru, Nadie Heredia, devem destacar o papel que esse grão pode desempenhar para a erradicação da fome e da pobreza e o fomento da nutrição. As autoridades internacionais também devem lembrar que a importância nutricional que o cultivo da quinoa teve para as civilizações pré-colombianas andinas.
Graziano ainda participa, no período da tarde, do encontro do Grupo de Alto Nível sobre Segurança Alimentar e Nutricional. Está prevista a presença do ministro das Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca, do ministro da Agricultura, Pecuária, Aquicultura e Pesca do Equador, Javier Ponce Cevallos, da ministra do Desenvolvimento Rural e de Terras da Bolívia, Nemesia Achacollo, e do ministro da Agricultura do Peru, Milton von Hesse La Serna.
Carolina Gonçalves
Edição: Graça Adjuto
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Dilma diz que 'falta pouco' para Brasil erradicar a miséria
Governo elevou renda do Bolsa Família para chegar a R$ 70 per capita.
Ela afirmou que Estado deve buscar quem ainda não recebe benefício social.
A presidente Dilma Rousseff disse, durante discurso nesta terça-feira (19), que "falta pouco" para o Brasil erradicar a miséria. Ao anunciar a ampliação do programa Bolsa Família para quem vive com menos de R$ 70 por mês, Dilma citou que se trata de um dos momentos mais importantes de sua gestão.
"Não estamos dizendo que não existem mais brasileiros extremamente pobres ou destituídos da condição de vida digna. Infelizmente, ainda existe. Nós sabemos disso. É necessário inclui-los para que recebam o beneficio que têm direito. Por isso falamos em busca ativa. É necessário encontrá-los. O estado deve ir atrás. Não deve esperar que esse brasileiro bata a nossa porta. O que estamos garantindo aqui hoje é que o mais difícil já foi feito. Falta pouco para que não haja mais brasileiros mergulhados na miséria", disse a presidente.
Dilma afirmou que a ampliação do Brasil Sem Miséria tem “força simbólica”. “Nesta sala eu já assinei vários atos. Já tive a honra e a alegria de participar de vários e importantes lançamentos, atividades para o país e para diferentes setores sociais. Mas tenho certeza que nenhum deles tem a força simbólica e o efeito imediato deste ato que hoje assino. Com ele, o Brasil vira uma página decisiva na nossa longa história de exclusão social”, destacou.
Ela complementou que os 2,5 milhões que receberão complemento de renda são “os últimos brasileiros extremamente pobres inscritos no cadastro do Bolsa Família a transpor a extrema miséria”.
No discurso, a presidente citou o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que foi a primeira gestão federal a “trazer a questão social para o centro do debate nacional”.
Ela citou que, após erradicar a miséria, o Brasil precisa alcançar outras metas, como emprego de qualidade.
“Estamos virando uma página decisiva na nossa longa história de exclusão social que tem a marca perversa da escravidão. Outras páginas precisam ser viradas. Como acesso a emprego de qualidade, por isso, os cursos de capacitação. [...] O governo federal tem feito sua parte. Cabe aqui agradecer a parceria de todos os estados e dos municípios nessa empreitada histórica.”
A presidente pediu que os municípios continuem buscando pessoas que ainda estão abaixo da linha da pobreza. “Quero propor um grande campeonato pela justiça e pela igualdade em nosso pais. Vamos todos juntos desvelar e varrer por completo a pobreza extrema invisível de nosso território. Vamos preencher as lacunas do nosso cadastro único.”
Durante discurso, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, disse que o governo não descuidará da busca de mais famílias que vivam em situação de miséria. “Estamos trabalhando muito para isso. Procurar todos os brasileiros que devem fazer parte do Cadastro Único. Já localizamos mais de 800 mil famílias e juntos com os prefeitos eleitos temos ambição de localizar mais 700 mil. Não descuidaremos do nosso cadastro. Temos orgulho de ter um dos cadastros mais focalizados do mundo. É só um começo.”
Priscilla Mendes
Veja como seria o céu das grandes cidades sem poluição luminosa
Se pudéssemos apagar todas as luzes de uma cidade, teríamos um verdadeiro espetáculo natural no céu noturno.
Quem vive em cidades grandes e passa uma noite na praia ou no campo já deve ter percebido como é diferente a visão do céu. Por causa da poluição luminosa causada pela iluminação pública e privada, quase não se vê estrelas nos grandes centros urbanos. Essa é uma característica que vai além do deslumbre visual e que chega, inclusive, a afetar a vida dos animais noturnos que habitam essas regiões. Por isso, há até mesmo projetos que tentam minimizar essa poluição em algumas cidades e, se um dia eles forem implementados, pode ser que voltemos a ter um céu estrelado como o da área rural.
Tokyo sem eletricidade
Para ter uma ideia do que estamos perdendo, você pode conferir as fotografias do artista Thierry Cohen, que usa a composição de imagens na expectativa de tentar recriar a visão que teríamos do céu, caso abolíssemos a iluminação artificial.
São Paulo também foi registrada pelas lentes de Cohen
E não pense que a montagem é feita ao acaso, pois Cohen é bastante criterioso ao capturar as fotografias que formam a imagem final. Primeiramente, o artista fotografa a área urbana, anotando precisamente o ângulo, horário e coordenadas usadas naquele momento. Depois, ele realiza os cálculos necessários e se beneficia da rotação da Terra para encontrar em desertos, planícies e outras áreas remotas o mesmo céu que não estava visível no momento da primeira fotografia. Assim, Cohen pode capturar o céu estrelado exato que faltava nas grandes cidades.
Que tal essa vista da ponte do Brooklyn, em Nova York? Fonte da imagem: Reprodução/Thierry Cohen
Por isso, as imagens finais criadas pelo artista são muito mais do que uma montagem, mas uma recriação fiel de como seria o céu naquele momento.
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