quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mapa da Violência mostra queda da taxa de homicídios de brancos e aumento da de negros


 O Mapa da Violência, divulgado nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Sangari, mostra que, de 2002 a 2010, a taxa de homicídios de brancos vem caindo no país, enquanto que a de negros está subindo. Segundo o estudo, o número de homicídios de brancos caiu de 20,6 para cada 100 mil habitantes em 2002, para 15 em 2010. Já o dos negros subiu de 30 para cada 100 mil habitantes em 2002, para 35,9 em 2010.

Os dados mostram que para cada dois brancos vítimas de homicídio em 2002, morreram aproximadamente três negros. Já em 2010, para cada dois brancos assassinados 4,6 negros foram vítimas de homicídio.

É um fato preocupante porque a tendência está aumentando. Nossa mídia veicula o que acontece em famílias abastadas e há uma preocupação dos órgãos de segurança com isso. Mas ninguém noticia que morreram dois negros em uma favela, a não ser que seja uma chacina”, diz o coordenador da pesquisa Julio Jacob Waiselfisz.

De acordo com ele, a maior violência contra os negros pode ser explicada também pela questão econômica e pela privatização da segurança. “Quem pode pagar, paga a segurança privada, que protege melhor”. Como a população negra é, em média, mais pobre, explica Jacob, passa a depender dos órgãos de segurança pública que, geralmente, não conseguem atender adequadamente a população.

“Essas evidências nos levam a postular a necessidade de reorientar as políticas nacionais, estaduais e municipais, em torno da segurança pública, para enfrentar de forma real e efetiva essa chaga aberta na realidade do país”, diz o texto do estudo.

Fonte: Agência Brasil

Canadá anuncia abandono formal ao protocolo de Kyoto

 O ministro do Meio Ambiente do Canadá, Peter Kent, disse na segunda-feira (12) que o país está formalmente deixando o protocolo de Kyoto. Os países concordaram no final de semana passado, na conferência sobre o clima em Durban, na África do Sul, em estender o protocolo de Kyoto, que deveria expirar no final de 2012, por mais cinco anos. Kent afirma que o Canadá, ao deixar o pacto, invoca seu direito a se retirar.

No ano passado, o Canadá afirmou que não aceitaria uma extensão de Kyoto e nem cláusulas ao protocolo, mas renunciar ao acordo representa um retrocesso na luta contra as mudanças climáticas. Nenhum país renunciou formalmente ao acordo e o Canadá é o primeiro a fazê-lo.

O Canadá assinou o acordo em 1997, quando os liberais governavam o país. O atual primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, nunca apoio o protocolo. O governo conservador de Harper teme prejudicar a indústria petrolífera canadense, que extrai petróleo das areias betuminosas em Alberta.

Da Agência Estado. As informações são da Associated Press.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Subsolo de Marte é propicio à vida microbiana


Vastas regiões nas profundidades do subsolo de Marte são suscetíveis para abrigar uma vida microbiana, anunciaram cientistas australianos que compararam as condições de vida no Planeta Vermelho com as da vida na Terra.

Apesar de apenas 1% do volume total da Terra (do núcleo à alta atmosfera) abrigar alguma forma de organismo vivo, a proporção alcançaria em tese 3% do volume de Marte, em especial nas regiões subterrâneas, segundo Charley Lineweaver, da Universidade Nacional da Austrália.

"O que estamos tentando fazer é, simplesmente, pegar todas as informações de que dispomos, uni-las e perguntar:: 'este conjunto é coerente com a vida em Marte?'", destacou o astrobiólogo Lineweaver.

"A resposta é sim. Vastas regiões de Marte são compatíveis com a vida terrestre na comparação das temperaturas e da pressão terrestre com as que se encontra no planeta Marte", completou.

A escassa pressão e as temperaturas de 60 graus centígrados abaixo de zero não permitiriam, por exemplo, a formação de água líquida na superfície de Marte, mas nas profundidades do subsolo, porém, existem condições para a existência de vida microbiana.

A presença de água em Marte, na forma de argila hidratada, foi constatada por sondas americanas lançadas desde a década de 1970, mas nenhum rastro de vida orgânica presente foi detectado até hoje.

A Nasa lançou recentemente o robô explorador Curiosity, o mais sofisticado e mais pesado já enviado a outro planeta, para investigar precisamente se a vida já existiu em Marte.

O robô deve pousar em Marte em meados de 2012 ao pé de uma montanha de 5.000 metros de altura na região marciana de Gale.
Fonte: AFP

sábado, 10 de dezembro de 2011

Nobel da Paz é entregue pela primeira vez a três mulheres


O Prêmio Nobel da Paz foi entregue hoje (10) em Oslo à presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, à também liberiana Leymah Gbowee e à ienemita Tawakkol Karman, distinguindo o papel das mulheres na resolução dos conflitos. É a primeira vez na história que o Prêmio Nobel da Paz é atribuído a três mulheres.

"Vocês representam uma das forças motrizes mais importantes das mudanças no mundo de hoje: a luta pelos direitos humanos em geral e a luta das mulheres pela igualdade e pela paz, em particular", disse o presidente do Comitê Nobel, Thorbjoern Jagland, antes de entregar o prêmio. "Vocês dão sentido ao provérbio chinês, que diz que as mulheres sustentam metade do céu", acrescentou.

Vestidas com trajes tradicionais - as liberianas com vestidos africanos coloridos, enquanto Tawakkol Karman usou um hijab colorido - as vencedoras receberam o Nobel sob os aplausos do presentes, que incluiu a família real da Noruega.

llen Johnson Sirleaf, de 73 anos, foi a primeira mulher eleita democraticamente chefe de Estado de um país africano, a Libéria, que sofreu 14 anos de guerras civis que fizeram 250 mil mortos. “O fato de que duas mulheres liberianas estejam aqui hoje para partilhar o pódio com uma irmã vinda do Iémen mostra o caráter universal do nosso combate”, sublinhou Sirleaf no seu discurso.

Dirigindo-se às mulheres do mundo inteiro, Sirleaf desafiou-as a fazerem-se ouvir: “Falai! Levantai a voz! Que a vossa voz seja a da liberdade!”, exortou.

Leymah Gbowee, de 39 anos, é uma assistente social liberiana que organizou o movimento pacífico de mulheres que, com a ajuda de uma original greve de sexo, contribuíram para por fim à segunda guerra civil na Libéria, em 2003.

A jornalista iemenita Tawakkol Karman, de 32 anos, é a primeira mulher árabe a receber o prêmio Nobel da Paz. Foi distinguida por ter sido uma das figuras de proa da Primavera Árabe no seu país, um movimento que levou ao período de transição para que o presidente Ali Abdullah Saleh abandone em fevereiro próximo o poder que ocupa há 33 anos.

Tawakkol Karman lamentou a relativa indiferença do resto do mundo em relação à revolução iemenita. "O mundo democrático, que nos falou muito dos valores da democracia e da boa governança, não deve ficar indiferente ao que está acontecendo no Iêmen e na Síria".

O Prêmio Nobel é constituído por uma medalha de ouro, um diploma e um cheque de 10 milhões de coroas suecas (cerca de um milhão de euros) repartidas em três partes iguais pelas vencedoras.

Hoje, em Estocolmo, será vez da entrega de outras categorias do Prêmio Nobel. Serão contemplados os vencedores da Literatura, Química, Física, Medicina e Economia.
Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Concursos com salários de até R$ 13 mil encerram inscrições nesta sexta-feira


No total, são 1.698 vagas; há chances para candidatos de todas as escolaridades


Com salários que passam dos R$ 13 mil, sete concursos que oferecem 1.698 vagas encerram, nesta sexta-feira (9), suas inscrições. 


A maior remuneração está em Álvares Florence (SP). O salário é de R$ 13.500, e é preciso ter ensino superior. O concurso oferece 68 vagas e as inscrições devem ser feitas pelo site institutosoler.com.br.
Também em São Paulo, a Câmara Municipal de Guarulhos vai selecionar 109 profissionais de todas as escolaridades pagando até R$ 6.679,89. Os candidatos devem se cadastrar pelos sites rboconcursos.com.br e camaraguarulhos.sp.gov.br.
Na Bahia, a Prefeitura de Planalto oferece 155 oportunidades para quem tem ensino fundamental e médio, com salários que variam de R$ 545 a R$ 600. É possível se inscrever até as 16h, na Secretaria Municipal de Educação - av. John Kennedy, s/nº, centro, Planalto (BA).

No mesmo Estado, a Prefeitura Municipal de Bom Jesus da Lapa tem 723 chances, com salários entre R$ 545 e R$ 4.172, para todos os níveis. Os candidatos podem se inscrever pelo site ibam-concursos.org.br.

Já o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará tem 45 vagas, de até R$ 6.611,39, para candidatos de nível médio e superior, que podem se cadastrar pelo site concursosfcc.com.br.

A Prefeitura Municipal de Cascavel (PR) disponibiliza 98 oportunidades, com remuneração entre R$ 1.215,26 e R$ 2.348,61, para quem tem ensino médio e superior
Os interessados podem se inscrever pessoalmente, no Departamento de Recursos Humanos da Prefeitura Municipal de Cascavel (r. Paraná, 5.000, centro) até as 17h. Também é possível se candidatar via internet, pelo site saber.srv.br.

A Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro) oferece o maior número de vagas: são 500, para quem tem ensino fundamental, com salário de R$ 740,63. As inscrições devem ser feitas pelo site domcintra.org.br
mais de talhes: AQUI
do: r7

Brasil aceita compromisso de corte de emissões



A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, discursou nesta quinta (8) na 17.ª Conferência do Clima (COP-17), em Durban, na África do Sul, e afirmou pela primeira vez que o País aceita um compromisso internacional de corte de emissões de gases-estufa. “Nós não podemos chegar ao ano 2020 e dizer: ‘O que vamos fazer?’ Nós temos de começar agora esse diálogo. O País está aberto à negociação de algo mais abrangente, inovador e estratégico, com base nos conhecimentos científicos e no engajamento de todos os países”, afirmou.

 Após o aceno positivo do Brasil - e também dos Estados Unidos -, os quase 200 países reunidos na 17.ª Conferência do Clima (COP-17) em Durban, na África do Sul, estão bem perto de fechar um “pacote climático”. O pacote incluirá um segundo período do Protocolo de Kyoto - que funcionará de 2013 a 2020 - e também um roteiro para um futuro acordo global contra as mudanças climáticas, em que todos os grandes emissores de CO2 do mundo, incluindo o Brasil, terão metas obrigatórias para cortar emissões de gases que provocam o efeito estufa.

A primeira fase de Kyoto termina em dezembro de 2012. Por isso, sua continuidade era a questão mais urgente a ser decidida em Durban. Nesse tratado, apenas os países industrializados são obrigados a cortar suas emissões de CO2. Por acharem essa imposição injusta, o Japão, a Rússia e o Canadá não querem fazer parte do segundo período do acordo, mas também não se opõem a sua realização. Os EUA nunca fizeram parte de Kyoto e querem permanecer fora dele, mas não se importam se o protocolo continuar vivo.

A União Europeia, que sempre se disse favorável a ficar em Kyoto e era a grande esperança para isso se concretizar, colocava uma única condição para a sua adesão: que se definisse em Durban um roteiro para o próximo acordo, com um cronograma para sua entrada em vigor. Os europeus defendem que o acordo tem de ser fechado até 2015 e entrar em vigor em 2020 - assim, os países terão cinco anos para ratificá-lo em seus países.

Estados Unidos - Todd Stern, chefe da delegação americana, afirmou que apoia a ideia da UE de ter um roteiro para o acordo pós-2020 e disse que é “mentira” que seu país tenta atrasar as ações de combate às mudanças climáticas. A fala foi uma resposta principalmente a um protesto de uma estudante antes do discurso de Stern - ela gritou que estava preocupada com seu futuro, pedindo aos EUA que agissem.

O enviado especial dos EUA para o clima estava bastante irritado com as acusações - feitas até por outros delegados - de que os EUA bloqueavam as negociações. “Estamos muito comprometidos em iniciar prontamente o processo e seguir adiante. É bobagem dizer que estamos propondo um hiato na lida com as mudanças climáticas.”

Stern disse que, até 2020, os países que não têm metas dentro de Kyoto cumprirão os compromissos voluntários acordados em Cancún em 2010, na COP-16. A meta dos EUA é cortar em 17% as emissões de CO2 em comparação ao emitido em 2005, enquanto a do Brasil é reduzi-las entre 36% e 39%, comparado ao que o País emitiria se nada fosse feito. Porém, Stern ponderou que ainda não se sabe se esse acordo pós-2020 será legalmente vinculante ou não - é complicado para os americanos um tratado com força de lei porque nesse caso, o Congresso tem de ratificar. Com Kyoto, isso deu errado, já que os congressistas americanos não aprovaram o tratado.

A União Europeia comemorou a atitude. Para Connie Hedegaard, comissária do bloco para Ações Climáticas, a decisão do Brasil foi um avanço. Outro ponto que precisava de maior consenso eram as datas do acordo. O embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado preferia fechar o acordo em 2016, um ano depois do proposto pela UE, para dar tempo de incluir no documento as medidas indicadas por estudos científicos mais novos. Um dos argumentos é de que o Painel do Clima da ONU (IPCC) soltará seu próximo relatório em 2013 e 2014. Hoje, porém, o embaixador disse que o País estava “flexível” em relação a datas e que não seria isso que travaria o acordo.
Fonte: Agência Estado

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Entenda os pontos polêmicos do Novo Código Florestal


Saiba porque o novo texto que regulamenta a ocupação de solo e protege as florestas está causando tanta controvérsia

O Senado aprovou na noite da terça-feira (6) o projeto que redefine as leis ambientais do país. Mais do que isso, o texto tenta responder ao desafio de regulamentar a proteção das florestas ao mesmo tempo em que determina regras de ocupação do solo pelo setor agropecuário do Brasil.

Os senadores lidam com a difícil tarefa de conciliar os interesses em um país que é uma das maiores potências agrícolas do mundo e que também é conhecida internacionalmente por suas florestas.
São muitos os dispositivos do texto que suscitam polêmicas. Confira, a seguir, alguns deles e os pontos de vista de representantes ambientalistas, do setor produtivo e de especialista em direito ambiental.
Segurança jurídica
O texto tem a intenção de definir
novas regras de proteção e de recuperação da vegetação nativa. Para alguns, o emaranhado de leis e resoluções atualmente vigentes traz insegurança jurídica a produtores e proprietários rurais.
* Ambientalistas: "Você tem várias brechas dentro dessa lei que estimulam o desmatamento. Você pune a preservação", disse Márcio Astrini, responsável pela Campanha de Florestas do Greenpeace.
* Setor Produtivo: "Abrir áreas para produzir já foi prioridade no período em que o país precisava produzir alimentos e matéria prima para suprir a produção industrial... O (novo) texto contempla os produtores que, no passado, cumpriram a legislação do período", avaliou o senador Blairo Maggi (PR-MT), também produtor rural.
* Ponto de vista jurídico: "O Código atual não é aplicável. É mais uma lei brasileira que não tem eficácia. Joga na ilegalidade uma parte substancial da economia. A produção agrícola fica à mercê da legislação", disse Antonio Monteiro, advogado membro do Comitê de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional São Paulo.
Anistia
Um dos pontos que mais gera polêmica é um dispositivo do texto que prevê a
suspensão de multas ambientais para desmatamentos ocorridos antes de julho de 2008. O senador Jorge Viana (PT-AC), relator da matéria no Senado, afirma que as multas serão convertidas em serviços ambientais, desde que os proprietários se cadastrem e participem de programa de regularização ambiental, que prevê a recomposição progressiva da vegetação desmatada.
O texto prevê ainda que o Estado poderá recompensar financeiramente ações de preservação e regularização ambiental por meio de dedução de impostos ou crédito agrícola.
* Ambientalistas: "O antipedagógico que é a anistia desmedida vai gerar uma circunstância de impunidade do campo", disse Astrini, do Greenpeace.
* Setor produtivo: "Quem descumpriu a legislação anterior, e desmatou acima do que era permitido, vai ter que recompor, não tem saída: o meio ambiente não pode sair no prejuízo", disse Maggi.
* Ponto de vista jurídico: "O texto, da forma como está, anistia todo e qualquer desmatamento, toda ocupação em APP ocorrida antes de 2008...mas se era legal desmatar até então, você não pode punir quem agia de acordo com a lei", disse Monteiro.
Redução da vegetação nativa
O texto construído no Senado mantém a exigência de Áreas de Preservação Permanente (APP) - regiões de proteção da vegetação em beiras de rios, topos de morros e encostas - e de Reserva Legal - parcela das propriedades rurais que deve ter a mata nativa preservada, o que varia de 20 a 80 por cento.
Mas se comparado à legislação atual, o texto flexibiliza a ocupação de áreas com mata nativa para quem desmatou antes de julho de 2008.
O texto determina que um rio com largura de até 10 metros, por exemplo, tenha uma faixa de APP de 30 metros ao longo de suas margens. Mas abre a possibilidade, para quem desmatou antes de 2008, de recompor apenas a metade disso, ou seja, 15 metros.
O Novo Código permite ainda que o proprietário possa descontar do cálculo de Reserva Legal a área já ocupada por APP, desde que não haja novos desmatamentos.
* Ambientalistas: "Esse afrouxamento descaracteriza a regra de proteção. Você não tem mais regra de proteção, você tem exceção de proteção", avaliou Astrini.
* Setor produtivo: "Há flexibilização para o pequeno produtor, o ribeirinho, a agricultura familiar... Outro ponto que erroneamente é visto como flexibilização é a manutenção das atividades em margens de rios consolidadas até 2008, o que trata-se somente de segurança jurídica, comentou Maggi.
* Ponto de vista jurídico: "Se a nova lei for cumprida, vai trazer um resultado melhor do que o Código de hoje, que não é cumprido. Atualmente existem tantas formas de proteger que quando você proíbe tudo, na verdade você não proíbe nada", analisou Monteiro.

Reuters

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

McDonald’s é multado em mais de R$ 3 milhões por causa de McLanche Feliz


A associação de venda de alimentos com brinquedos rendeu uma multa de R$ 3,1 milhões para o McDonald’s. O Procon de São Paulo publicou no Diário Oficial do Estado, nesta terça-feira (6), a decisão. Mas a empresa ainda pode recorrer.

O caso foi denunciado pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, no ano passado. Segundo a denúncia, com a venda do McLanche Feliz, “o McDonald’s cria uma lógica de consumo prejudicial e incentiva a formação de valores distorcidos, bem como a formação de hábitos alimentares prejudiciais à saúde”.

Desde a denúncia do Criança e Consumo para o Procon, no ano passado, até hoje, já foram feitas cerca de 18 campanhas dirigidas a crianças. Este mês, a rede de fast food lançou mais uma promoção, com brinquedos do filme “Gato de Botas”.

- A criança assiste à publicidade do McDonald’s com os personagens do filme nas TVs e depois nos trailers. Quando sai do cinema, não raras vezes, já esbarra numa loja da rede. É uma ação de marketing muito agressiva, que se aproveita da vulnerabilidade infantil para vender. É antiético - comenta Ekaterine Karageorgiadis, advogada do Projeto Criança e Consumo.

Por e-mail, o McDonald’s disse que “não comenta detalhes dos processos em andamento e informa que respeita rigorosamente as diretrizes legais na comunicação com seus públicos”.

Veja a íntegra da resposta:

“A companhia não comenta detalhes dos processos em andamento e informa que respeita rigorosamente as diretrizes legais na comunicação com seus públicos. Além disso, segue um rigoroso código de auto-regulamentação publicitária e obrigações previstas no compromisso celebrado em conjunto com outras grandes empresas do setor de alimentos, nos quais voluntariamente assumiu normas de conduta para a comunicação com seus clientes.
Quanto ao McLanche Feliz, a rede esclarece que os brinquedos podem ser adquiridos separadamente, ou seja, desvinculados da compra dos produtos. Portanto, a empresa tem convicção de respeitar todas as normas da legislação vigente tanto em relação à comunicação como em relação a práticas comerciais.”


Nasa encontra 1º planeta habitável



A busca por planetas Habitáveis nunca foi tão grande como tem sido atualmente, verdade também que a tecnologia avança ano a ano, será o homem realmente que socializar com novos seres ou tem algo obscuro por traz dessas intenções?
A Nasa informou nesta segunda-feira (5) que seu telescópio espacial Kepler confirmou a existência do primeiro planeta habitável numa região fora do sistema solar.

No início deste ano, cientistas franceses confirmaram a existência do primeiro planeta fora do sistema solar a atender às exigências para a manutenção da vida, conhecido como Gliese 581d, mas o Kepler 22b, visto pela primeira vez em 2009, foi o primeiro cujas características puderam ser confirmadas pela agência espacial norte-americana.

O Kepler-22b está há 600 anos-luz de distância e é maior do que a Terra. O planeta tem uma órbita de 290 dias ao redor de sua estrela.

A Nasa também anunciou que o Kepler descobriu mais de 1.000 planetas com potencial de abrigar vida, duas vezes o número previamente localizado, segundo uma pesquisa que está sendo apresentada numa conferência realizada na Califórnia nesta semana.

Temos tanto para investir, aqui mesmo na terra... , e os governos investem incontáveis somas de dinheiro literalmente jogado ao espaço. A verdade é que não sabemos nem cuidar do nosso planeta e ainda queremos invadir outros. Sei que as informações não são passadas por completa e que eles não dão ponto sem nó ( como diz o ditado) se estão investindo tanto nisso deve haver um porque. 

Diego Felipe e escolavirtual1 com Agências 

Cientistas confirmam derretimento glacial no Himalaia


As geleiras no Himalaia diminuíram em um quinto em apenas 30 anos, afirmaram cientistas no primeiro relatório de confirmação dos efeitos das mudanças climáticas na região.
As descobertas, publicadas em três relatórios do Centro Internacional pelo Desenvolvimento Integrado da Montanha, sediado em Katmandu, conhecido pela sigla em inglês Icimod, mostra que as geleiras do Nepal sofreram uma redução de 21%. No Butão, a redução chegou a 22% em 30 anos.
O relatório, divulgado no domingo durante as negociações climáticas realizadas em Durban, na àfrica do Sul, representa a mais abrangente avaliação sobre a extensão do degelo no Himalaia Uma pesquisa que durou três anos e foi financiada por uma fundação sueca, liderada pelo Icimod, mostrou que as 10 geleiras investigadas na região apresentaram redução, com acentuada aceleração de derretimento entre 2002 e 2005.
Outro estudo também mostrou uma significativa redução na cobertura de neve em toda a região na última década. "Esses relatórios fornecem uma nova linha de base e informações específicas sobre localização para a compreensão das mudanças climáticas em um dos mais vulneráveis ecossistemas do mundo", disse Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC. As informações são da Dow Jones.
Da Agência Estado.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Aurora austral é registrada por astronautas de Estação Espacial



 
A imagem divulgada pela Nasa foi feita por astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS - sigla em inglês), quando passavam pelo sul do Pacífico, no dia 18 de setembro deste ano. A foto mostra uma aurora austral que ocorreu durante órbita ascendente no sul da Austrália, a oeste da América Central.

AURORAS AUSTRAIS - Acontecem quando os íons do vento solar colidem com os átomos de oxigênio e nitrogêneo na atmosfera superior. Com as colisões, os átomos emitem luz à medida que retornam ao seu nível de energia original, deixando a aurora visível.

Do NE10 Com agências

15 de Novembro dia da Proclamação da República

Hino à Proclamação da República

Marechal Deodoro


José Joaquim Medeiros de Albuquerque

Seja um pálio de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus.
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre país
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos unidos levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha avante da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!...
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue no nosso pendão
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!...
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado
Sobre as púrpuras régias de pé!
Eia pois, brasileiros, avante!
Verdes-louros, colhamos louçãos!
Seja o nosso país triunfante
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!...

Negros e pardos são maioria em 56,8% dos municípios, mostra estudo


Da Agência Brasil

O número de municípios onde os domicílios tinham maioria de pretos e pardos aumentou 7,6 pontos percentuais, entre 2000 e 2010, ao passar de 49,2% para 56,8%. A constatação faz parte do Mapa da População Preta & Parda no Brasil Segundo os Indicadores do Censo de 2010, divulgado no ultimo dia 14.

Em 1.021 cidades (18,3% do total), pretos e pardos eram mais de 75% da população. O estudo foi elaborado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O percentual de pessoas que se declararam pretas passou de 6,2% para 7,6% em uma década. O aumento foi maior entre as que se declararam pardas, de 38,5% para 43,1% no mesmo período. Em 2010, aproximadamente 91 milhões de pessoas se classificaram como brancas, 15 milhões como pretas, 82 milhões como pardas, 2 milhões como amarelas e 817 mil como indígenas.

O coordenador da pesquisa, Marcelo Paixão, acredita que os indicadores com base no Censo 2010 foram influenciados pelo processo de valorização da presença afrodescendente na sociedade brasileira e pela adoção das políticas afirmativas.

“Esses dados demonstram não só uma mudança demográfica, mas também política, social e cultural, porque expressa uma nova forma de visibilidade da população negra brasileira ao estimular que as pessoas assumam sua cor de pele de uma maneira mais aberta.”
O censo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos, introduziu, em 2010, a pergunta sobre cor ou raça para todos os domicílios e não mais por amostra, como era feito anteriormente.

Segundo Marcelo Paixão, a comparação dessa informação com dados futuros do IBGE, como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do ano que vem e o Censo de 2020, será muito útil para traçar um perfil mais fiel da população.
“O interessante para 2020 é verificar se esse percentual da população preta e parda no Brasil vai continuar aumentando. Porque é claro que tem também uma população que não é negra. O ideal é que as bases de dados expressem melhor o perfil da população brasileira, que corresponda à realidade”, disse o economista.

De acordo com o levantamento de 2010, São Paulo é a cidade com maior número de pretos e pardos em todo o país, com cerca de 4,2 milhões, seguido do Rio de Janeiro (cerca de 3 milhões) e Salvador (cerca de 2,7 milhões).
Se forem considerados apenas negros, Salvador lidera o ranking com 743,7 mil, seguida de São Paulo (736 mil) e do Rio (724 mil).
No Norte e no Nordeste, respectivamente, 97,1% e 96,1% dos municípios eram formados por maioria preta e parda. No Centro-Oeste, esse percentual chegava a 75,5%, no Sudeste, a 37,1% e, no Sul, a apenas 2,3%.

Cunhataí, em Santa Catarina, é a única cidade brasileira sem a presença de pessoas que se declararam pretas.

Anvisa proíbe alimentos e bebidas à base de Aloe vera



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de Aloe vera. De acordo com o órgão, não há comprovação da segurança do uso do componente e nem registro para esse fim. A restrição foi publicada nesta segunda-feira (14) no Diário Oficial da União.

A Aloe vera é uma planta conhecida popularmente como babosa. É usada principalmente em produtos para o cabelo, mas recentemente também era encontrada em bebidas e alimentos, inclusive com função de emagrecimento. Por se encaixar na categoria de “novos alimentos”, a planta precisa se submeter ao registro da Anvisa para poder ser comercializada com esse fim.

De acordo com a resolução, o uso da Aloe vera é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizantes de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Estudante é agredido em escola de Botucatu, SP, e passará por cirurgia


Um estudante de 15 anos teve o maxilar fraturado em dois pontos após ser agredido por um colega no portão da Escola Municipal Jonas Alves Araújo, em Botucatu, no interior de São Paulo. A agressão aconteceu no portão do colégio nesta quarta-feira (9). No fim da tarde desta quinta-feira (10), o adolescente passava por exames.

Segundo a tia do menino, Eliana Leite Lopes, ele passará por uma cirurgia na próxima quinta-feira (17) para recompor a fratura. Eliana afirmou que o garoto desmaiou após ser atingido por um soco.

“Ele me falou que não sabe nem de onde o menino veio. Ele só colocou a mão da boca e, quando acordou, estava no banheiro”, contou a tia. “Não é a primeira vez que acontece isso. Toda semana a gente está na escola pedindo providência para a diretora.”

O adolescente foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda dentro da escola, que fica no bairro Comerciários. Segundo a família, um boletim de ocorrência foi registrado em uma delegacia. A diretoria da escola informou que o aluno agressor foi suspenso por 3 dias.

DO G1

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

SJCC abre vaga para coordenador de vendas


O Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC) está com inscrição aberta para uma vaga de coordenador de vendas.

Os candidatos devem ser formados em administração, marketing, publicidade ou relações públicas, e ter experiência com gestão de equipes e ferramentas da qualidade.

As inscrições, abertas até a próxima quarta (16), devem ser feitas através do site www.jc.com.br/bancodetalentos - o candidato seleciona Call center como Área de interesse e, na vaga, Coordenador.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Um por todos e todos por um

Se destruirmos a resiliência da Terra, em vez de um globo como
o da esquerda, teremos um flácido e combalid

No decorrer dos últimos 2,6 milhões de anos, o clima da Terra tem passado por ciclos repetidos de frio intenso - as chamadas “eras glaciais”- com duração média de 40.000 ou 100.000 anos, intercalados por tempos interglaciais relativamente amenos, de muito mais curta duração, em um dos quais aparentemente nos encontramos. A causa dessas variações ambientais é essencialmente astronômica e ignora-se o que o futuro distante nos reserva, mas de qualquer forma, desde o fim algo convencional da última idade do gelo, há cerca de 11.700 anos, tem sido mantida certa estabilidade climática global, com alterações ambientais dentro de limites de variação que viabilizaram o surgimento da civilização, sua expansão subsequente e o crescimento numérico cada vez mais acelerado da humanidade.

Nos últimos 200 anos, porém, após o início da Revolução Industrial, as conseqüências das ações humanas vêm ultrapassando alguns desses limites e pondo em risco a própria existência futura da civilização, pelo menos sob a forma na qual a conhecemos.  Com o objetivo de identificá-los e quantificá-los, um grupo seleto de 29 pesquisadores de oito países situados na vanguarda do conhecimento científico, liderados pelo Professor Johan Rockström da Universidade de Estocolmo, realizou e publicou um importante estudo de identificação e avaliação de até que ponto as consequências das atividades humanas são suportáveis.

O grupo procurou identificar que processos biofisicoquímicos, naturais ou não, estão criando situações de risco e selecionou nove deles, para os quais existe a necessidade de estabelecerem-se limites às ações humanas que os afetam. São eles: mudanças climáticas, ritmo da perda de diversidade biológica em terra e no mar, interferência com os ciclos naturais de nitrogênio e fósforo, redução da camada de ozônio, uso dos recursos globais de água doce, poluição química, quantidade dos aerossois na atmosfera, mudanças na utilização das terras, e acidificação dos mares.

Ficou claro que, com as deficiências de conhecimento ainda prevalecentes, o estudo deve ser considerado uma aproximação, a ser aprimorada futuramente. Por precaução, nos casos de dúvida houve sempre o cuidado de levar em consideração somente valores conservadores no estabelecimento dos limites propostos para os processos identificados como em situação de risco.

As conclusões do estudo indicaram que as conseqüências das ações humanas se encontram perto de alcançar os limites aceitáveis em quatro processos: uso dos recursos globais de água doce, mudanças na utilização das terras, acidificação dos mares e interferência no ciclo natural de fósforo. A análise indicou ainda que em três outros processos – ritmo da perda de diversidade biológica, mudanças climáticas e interferência no ciclo natural de nitrogênio – os limites aceitáveis da interferência humana já foram ultrapassados, como adiante se comenta.

É evidente que a perda de diversidade biológica, mesmo considerando que a extinção de espécies é um processo natural, foi largamente acelerada pelas atividades humanas. Hoje o ritmo de extinções é de 100 a 1.000 vezes maior do que possa ser considerado um fenômeno natural, havendo outras estimativas que elevam estes fatores para até 4.000 vezes.

Quanto às mudanças climáticas causadas por ação antrópica, elas são hoje uma indiscutível realidade e, quanto a isto, já se evidenciam indícios de perda da estabilidade global. Há uma convergência de opiniões de que um aumento de 2º C será o máximo aceitável e foi sugerido pelo grupo que a proporção de 350 ppm de CO2 na atmosfera deveria ser o limite, que hoje já se encontra ultrapassado. Chamou-se também a atenção para o fato de que as previsões indicadas pelo Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas não levam na devida conta os efeitos de retroalimentação do processo de aquecimento, tais como os decorrentes da redução das áreas cobertas por gelo ou das mudanças na distribuição da vegetação. Se esses fatores forem considerados, o aumento previsto da temperatura poderá atingir 4o a 6º C, capaz de ameaçar a própria viabilidade das sociedades humanas em futuro não muito distante.

As alterações do ciclo natural do nitrogênio se devem em maior escala às práticas da moderna agricultura. As atividades humanas, com o uso exagerado de fertilizantes e o cultivo em larga escala de plantas leguminosas, convertem a cada ano cerca de 120 milhões de toneladas de nitrogênio atmosférico inerte em formas reativas que alteram negativamente os processos naturais, agravando o efeito estufa, poluindo os solos, a água doce, os mares e a atmosfera, e tornando sem vida, por eutroficação, extensas áreas dos ambientes aquáticos, situação esta particularmente séria em algumas regiões dos oceanos.

Há ainda a considerar que os processos citados não devem ser considerados isoladamente. Como disse Rockström, em palestra intitulada "Deixe o meio ambiente guiar o nosso desenvolvimento", esses processos podem “funcionar como os três mosqueteiros e seu lema máximo: um por todos e todos por um”. Existem efeitos sinergéticos e, se o limite é excedido em um deles, há acréscimo em situações de risco para outros, podendo sê-lo em âmbito mundial.

O grupo acentuou que o resultado do estudo constituiu uma tentativa pioneira de quantificar os limites de segurança para que seja mantida a relativa estabilidade ambiental ocorrente após a última era glacial. Ele constitui uma relevante fonte potencial de informações para os tomadores de decisões nos mais altos níveis de direção dos diferentes países, evidenciando-lhes a gravidade da situação, a magnitude das ações precautórias necessárias e os rumos a tomar para que se revertam as tendências identificadas e não se atinja um grau de degradação ambiental potencialmente catastrófico e sem retorno.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Médico desenvolve técnica que usa laser para transformar olhos castanhos em azuis

Procedimento custa o equivalente a R$ 8.750
e é polêmico entre oftalmologistas

O médico Gregg Homer, do Estado americano da Califórnia, anunciou um procedimento a laser que transforma olhos marrons em azuis.

A técnica utiliza raios de laser em uma frequência específica para remover a melanina – pigmento que dá cor aos olhos – da íris e torná-la azul em cerca de 20 segundos.
Pessoas com olhos castanhos têm melanina na frente de sua íris. Já as pessoas de olhos azuis têm esse pigmento marrom apenas na parte de trás da íris. É essa falta de pigmento que cria a cor azul.

Segundo o site da revista Wired, cerca de 17% das pessoas em todo o mundo têm olhos azuis e 80% têm olhos castanhos.

O tratamento desenvolvido há muitos anos pelo médico pode se tornar comercialmente viável em três anos.

Oftalmologistas têm manifestado preocupações sobre o uso de laser para alterar a aparência natural dos olhos. Segundo o site Wired, alguns profissionais dizem que os resquícios da queima do pigmento marrom do olho podem bloquear vasos oculares microscópios, provocando glaucoma, inflamação, catarata e, principalmente, perda de visão.

Homer disse que busca um financiamento equivalente a R$ 1,4 milhão (500 mil libras) para um grande teste de sua técnica em um grupo de pessoas. Segundo ele, o procedimento custa R$ 8.750 (US$ 5.000).

O Globo: 43% dos alunos "alfabetizados" não sabem ler



43% dos alunos “alfabetizados” não sabem ler

Prova realizada pela primeira vez nas capitais de todo o país revelou que
43,9 % dos alunos que concluíram o terceiro ano do fundamental não sabem ler e que
46,6% não sabem escrever.